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A CIGARRA E A FORMIGA (Versões alemã e portuguesa)

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Recebi por mail esta " nova versão" da historia da Cigarra e da Formiga, está de tal forma bem escrita que não resisto em publicar neste blog. No entanto, e porque desconheço o autor, apenas posso referir que a dita historia se encontra em vários perfis de Facebook, e caso encontre o verdadeiro autor terei todo o gosto e o mencionar. Versão alemã A formiga trabalha durante todo o Verão debaixo de Sol. Constrói a sua casa  e enche-a de provisões para o inverno. A cigarra acha que a formiga é burra, ri, vai para a praia, bebe umas  bejecas,  vai ao Rock in Rio e deixa o tempo passar. Quando chega o Inverno a formiga está quentinha e bem alimentada. A cigarra  está cheia de frio, não tem casa nem comida e morre de fome.  Fim Versão portuguesa A formiga trabalha durante todo o Verão debaixo de Sol. Constrói a sua casa  e enche-a de provisões para o Inverno. A cigarra acha que a formiga é burra, ri, vai para a praia, bebe u...

Adopção por pessoas do mesmo sexo

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Assistimos nos últimos dias a mais uma tentativa de através das leis comparar o que não è comparável, igualar o que não pode ser igualável, tornar normal o que não é nem nunca será normal na nossa sociedade. Falo da tentativa de permissão das pessoas do mesmo sexo que vivem juntas, adoptarem crianças. Já não chegava, e segundo a lei poderem até intitular-se de "casal" e invocar a sua relação como sendo um "casamento", o que no meu entender e até que surjam muitas alterações nos dicionários, na legislação, nas religiões, etc nunca o serão, agora mais a adopção. Segundo o Dicionário da Língua Portuguesa: "casal nome masculino 1. conjunto de macho e fêmea 2. conjunto de duas pessoas de sexo diferente 3. conjunto de duas pessoas casadas ou que mantêm uma relação amorosa ou íntima, vivendo ou não juntas 4. par, parelha 5. pequeno povoado; lugarejo 6. propriedade rústica 7. conjunto de propriedades aforadas ...

Não há empresa que resista..

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Neste meu primeiro post de 2012 decidi escrever não sobre a situação económica e financeira do país, mas sobre dois assuntos em particular que muito contribuem para a mesma crise, pouca gente fala sobre eles, e se calhar muito poucos têm real consciência das consequências nefastas que estas duas situações têm na economia nacional e em particular para algumas empresas nacionais, falo das "INSOLVÊNCIAS" e das chamadas "GESTÕES DANOSAS". Quem ainda não ouviu falar em insolvências ou gestões danosas?   È o chamado " pão nosso de cada dia" , mas senti-lo na pele podem crer que é complicado e custa bastante.  Mas custa muito mais quando se tem noção que empresas com fortes possibilidades de singrar na crise, se vêm destruídas por enormes rombos financeiros causados por clientes decretados "insolventes",  que com bons advogados e outros subterfúgios, continuam a pavonear-se na sociedade como que nada tivesse acontecido ...

Privatizações Já...

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Perante os últimos acontecimentos e noticias, mais do que nunca, julgo que é urgente acabar com aquelas empresas estatais que, ano após ano continuam a acumular milhões de prejuízos. Mas, e mais do que isso não obstante os prejuízos que apresentam, os seus funcionários aproveitando-se de pertencerem a sectores tão estratégicos para o país como o dos transportes, com as suas greves "cirúrgicas", tratam de chegar " mais achas para a fogueira"  e contribuírem não só para o desequilíbrio financeiro das empresas,  como ajudam a aumentar a pressão sobre quem deles depende para se deslocar para o emprego, e consequentemente aumenta a degradação social e económica de Portugal e dos Portugueses. È LAMENTÁVEL, INJUSTO E INCONCEBÍVEL, que se sirvam das greves para tudo e para nada, estas ultimas da CP ( se calhar para compensar o facto de não existir tolerância de ponte), além do aspecto m...

Capicua, alheiras e robalos

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Neste dia de "capicua" 11-11-2011, não ficaria bem comigo mesmo sem um novo post no meu blog. Assuntos não faltam, mas, e não apenas para que o titulo ficasse sugestivo ou apelativo à leitura, mas sim porque os assuntos são sérios e pertinentes, decidi juntar à capicua as alheiras e os robalos.....  Tanto as alheiras (no que toca a enchidos) como os robalos (no que se refere a peixes), são sem duvida dos meus preferidos, pelo que não me importo de comer quer um quer o outro, mas......pois os mas.....à coisas que sinceramente não "como" ou se o faço e porque sou obrigado a engolir de forma forçada.  Não sendo eu um adepto das greves como ficou vincado no meu anterior post, não quero dizer com isso que em situações várias, a nossa indignação ou opinião não deva ser manifestada, e até porque não demonstrada de forma pública. Por isso, neste post vou deixar duas ideias para hoje. A primeira relativa ao processo "Face Oculta" (que quanto a mim de ocult...

Aí estão as greves...

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Começo este post com uma frase, que descobri um destes dias, escrita por Juan Luís Lorda (Espanhol, Sacerdote e professor universitário) que diz .. " A nossa liberdade não é absoluta. Quando viemos ao mundo, ele já existia, com as suas leis, as outras pessoas, etc. Temos uma liberdade condicionada por tudo o que existe além de nós" . Isto para explicar o que sinto em relação às greves... Se pensar-mos um pouco e se analisarmos o que se tem passado em Portugal no pós 25 de Abril, concluímos que efectivamente quem faz as greves nem sempre é quem terá mais razão para as fazer, ou até mesmo quem moralmente e com sentido de responsabilidade o deveria fazer. Concretizando a minha ideia..... numa sociedade onde impera a liberdade, concordo plenamente que todos teremos o direito de nos manifestar-mos contra o que está mal, de mostrar-mos a nossa indignação, de fazer-mos chegar a quem-de-direito as nossas discordâncias, e outras formas de demonstra...

Apertar o cinto

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Após longas e ponderadas reflexões/análises à conjuntura nacional, decidi desabafar ..... Acho que não é de bom tom ficar quieto, ficar calado e nada fazer. Não concordo com greves que prejudiquem ainda mais a debilidade económica e financeira em que nos encontramos, mas existem outras formas de luta, outras formas de fazer chegar a quem de direito, a nossa discordância e indignação para com as medidas que nos pretendem impor.  Mais do que anti-sociais, tomando como exemplo os cortes aos salários entre os 485 e os 1.000 euros (independentemente de se tratar de funcionários públicos ou de privados), estas medidas são um ataque aos mais desfavorecidos e aqueles que vivem no limiar da sobrevivência. Contrariamente aqueles que se queixam que os cortes os irão afectar porque deixam de poder fazer as férias que estão habituados, que em vez de duas ou três casas só podem manter uma, ou que vão ter de re...