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A mostrar mensagens de Outubro, 2011

Apertar o cinto

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Após longas e ponderadas reflexões/análises à conjuntura nacional, decidi desabafar ..... Acho que não é de bom tom ficar quieto, ficar calado e nada fazer. Não concordo com greves que prejudiquem ainda mais a debilidade económica e financeira em que nos encontramos, mas existem outras formas de luta, outras formas de fazer chegar a quem de direito, a nossa discordância e indignação para com as medidas que nos pretendem impor.  Mais do que anti-sociais, tomando como exemplo os cortes aos salários entre os 485 e os 1.000 euros (independentemente de se tratar de funcionários públicos ou de privados), estas medidas são um ataque aos mais desfavorecidos e aqueles que vivem no limiar da sobrevivência. Contrariamente aqueles que se queixam que os cortes os irão afectar porque deixam de poder fazer as férias que estão habituados, que em vez de duas ou três casas só podem manter uma, ou que vão ter de reduzir ao parque automóvel, aqueles que ganham até mil euros, dependem desses valores para…

Justiça Portuguesa II

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Voltando ao tema da justiça em Portugal, não sendo grave mesmo assim resolvi partilhar uma situação que denota pouca gravidade, mas mesmo assim não deixam de causar os seus incómodos.    Quem dos leitores não foi ainda importunado para servir de testemunha em processos em tribunal sem que conheça quem o convocou, outras vezes conhece mal ou desconhece o processo para o qual foi "convocado" ? Pois se calhar muita gente... a agravante dessas convocatória é que não permite  faltas, que são punidas com  multas ou coimas.  Pessoalmente vejo-me confrontado com um desses casos, onde na terceira convocatória, e segundo a leitura da funcionária do tribunal, num total de mais de duas dezenas de pessoas, faltaram os intervenientes principais (ou lá como se chamam) , os respectivos advogados e mais de metade das testemunhas. Da dúzia dos presentes, quando confrontados com mais um adiamento e marcação de nova data a perplexidade foi total, os murmúrios começaram e foi aí que em conversa…